[INSIGHTCULTURALBRASIL] ENTREVISTA COM CÁSSIO MOTOS E LUAN GONÇALVES - DIA 24-06-23
Texto: Professor Willis Araújo
Revisão: Professor Mário Lima
No sábado passado (24/06/23) os apresentadores John Kenneth e Márcia Santos entrevistaram o Empreendedor na Área de Peças Automotivas Cássio (Cássio Motos) e o Fisiculturista Olímpico Luan Gonçalves.
O bate-papo foi voltado a conhecer um pouco da história de vida de ambos, conversaram também sobre o empreendedorismo e qual é a visão deles a respeito do serviço público em Águas Lindas de Goiás.
O Cássio fez questão de ressaltar que a burocracia existente na Prefeitura para abertura de uma empresa não permite o avanço do comércio. Não há grandes indústrias ou empresas no município e isso acaba tornando a empregabilidade na cidade baixa e a população acaba tendo que procurar emprego no Distrito Federal para sobreviver.
Ele também informou que existe uma dupla tributação sobre os bombeiros, o que causa incomodo. Os fiscais da prefeitura em sua maioria agem de maneira má educada ao visitarem as empresas. Parece que eles se esquecem que o salário deles vem dos impostos pagos pelos empresários e demais moradores da cidade.
Cássio defende os motociclistas que atuam na cidade. Para ele, apenas 1% realmente comete erros e por isso devem ser penalizados pelas autoridades e não os demais que fazem seu trabalho ou trafegam nas vias de forma educada e etc. As autoridades precisam tomar ações éticas e adequadas a cada caso.
Luan Gonçalves é mineiro de Sete Lagoas e entrou para o Fisiculturismo a partir do incentivo de um amigo que malhava com ele na cidade de Taguatinga - DF. Atualmente ele participa de vários campeonatos e confessa que a dieta que deve fazer é uma coisa muito séria e ás vezes o protocolo restringe o consumo de determinados alimentos e até de líquidos.
No primeiro campeonato realizado já ficou na terceira colocação. Infelizmente, representar a cidade em outros locais, fica difícil agir dessa forma, porque nem todos os atletas são apoiados via patrocínio ou bolsa. No segundo campeonato, alcançou a segunda colocação, mesmo sem apoio ou patrocínio. A motivação pessoal e o apoio da família fazem muita diferença, ressalta o atleta.
Por isso, o empresariado que investe uma parcela do rendimento da empresa para ajudar um atleta é bem-vindo, mas nem todos na cidade tem essa prática. Se conhecem mais sobre a lei Pelé, possivelmente essa realidade há de mudar para melhor.
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